Segunda, 31 de Agosto de 2026

Thay Evangelista propõe programa “Fila Zero Terapias” em São Luís

A Câmara Municipal de São Luís analisa o Projeto de LeiNº0050/2026, de autoria da vereadoraThay Evangelista (Republicanos), que institui o Programa...

22/05/2026 às 19h36
Por: Redação Fonte: Câmara Municipal de São Luis - MA
Compartilhe:
Foto: Leonardo Mendonça
Foto: Leonardo Mendonça

A Câmara Municipal de São Luís analisa o Projeto de LeiNº0050/2026, de autoria da vereadoraThay Evangelista (Republicanos), que institui o Programa Municipal “Fila Zero Terapias”. A proposta tem o objetivo de estabelecer mecanismos de transparência, acompanhamento social e maior eficiência na gestão das filas de espera por terapias especializadas naRedeMunicipal deSaúde. O projeto foi, formalmente, encaminhado para a análise das Comissões deConstituição eJustiça e de Saúde durante a sessão do dia 6 de maio.

A proposta define como terapias especializadas os atendimentos voltados a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outros serviços regulados pelaRedeMunicipal deSaúde. Entre as diretrizes previstas no projeto estão a divulgação periódica de dados consolidados sobre as filas de espera, o estímulo ao planejamento e à regulação eficiente da oferta de terapias, além do fortalecimento do controle social das políticas públicas deSaúde.

Conforme o projeto, o Poder Executivo poderá divulgar, mensalmente, relatórios com informações sobre o quantitativo de usuários em fila de espera, tempo médio estimado para atendimento, número de atendimentos realizados e oferta de serviços por unidade de saúde ou centro especializado. O texto do projeto ressalta ainda queo serviçodeverápreservar o sigilo dos dados pessoais dos pacientes.

Na justificativa daproposta, a autora destaca que a ausência de informações públicas consolidadas sobre as filas dificulta o controle social e o planejamento eficiente das políticas públicas deSaúde.

A ausência de informações públicas consolidadas acerca do número de pessoas aguardando atendimento, do tempo médio de espera e da oferta de serviços por unidade dificulta o controle social e o planejamento eficiente das políticas públicas de saúde. A transparência desses dados permite que a sociedade compreenda a realidade do sistema, contribua com o debate público e acompanhe a evolução das ações administrativas”, finalizou Thay Evangelista.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Lenium - Criar site de notícias