Quarta, 26 de Agosto de 2026

União Brasil reúne cúpula para fechar chapas, mas adia decisão sobre Governo

União Brasil reúne cúpula para fechar chapas, mas adia decisão sobre GovernoUnião Brasil reúne cúpula para fechar chapas, mas adia decisão sobre Governo

24/02/2026 às 10h54
Por: Redação
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União Brasil reúne cúpula para fechar chapas, mas adia decisão sobre Governo

O diretório estadual do União Brasil em Mato Grosso, comandado pelo governador Mauro Mendes, deve realizar na próxima semana a primeira reunião para iniciar a definição das chapas proporcionais que disputarão as eleições de 2026. O foco inicial será a montagem das listas de candidatos a deputado federal e estadual. Já a discussão sobre a candidatura ao Governo do Estado seguirá em compasso de espera diante de um impasse interno.


Conforme apurado , o encontro está previsto para a primeira semana de março e terá como prioridade organizar os nomes colocados como pré-candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. A disputa majoritária ficará para um segundo momento.


Hoje, o partido já contabiliza 14 nomes colocados para deputado federal. A quantidade, no entanto, pode sofrer ajustes, já que pela legislação o número permitido de candidatos ao cargo é 9 – referente ao número atual de deputados federais [que são 8] mais um.


No entanto, a agremiação tentará repassar alguns da lista para compor a disputa para deputado estadual, onde o desafio é considerado ainda maior. O partido conta atualmente com 4 deputados estaduais eleitos e trabalha para ampliar a bancada. Até o momento, a sigla contabiliza 18 nomes indicados, dos 25 nomes que poderão ser lançados.


O União Brasil também aguarda a formalização dos nomes que serão indicados pelo Progressistas para compor a chapa, já que os dois partidos formam a Federação União Progressistas (UP). A expectativa é de que entre seis e oito pré-candidatos sejam apresentados na reunião.


Enquanto a proporcional avança, o principal gargalo do grupo permanece indefinido: a sucessão estadual. Internamente, há divisão entre a ala do senador Jayme Campos, que defende candidatura própria ao Palácio Paiaguás, e o grupo alinhado ao vice-governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, que sustenta a tese de composição com outras siglas.


A tendência é que a discussão sobre a majoritária fique para depois da consolidação das chapas proporcionais, num movimento estratégico para evitar rachas antecipados e garantir musculatura eleitoral ao grupo antes de enfrentar a disputa pelo comando do Estado.

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